The Huffington Post, sua seção ateísta, e um pouco da história do ateísmo nos EUA

Por Sergio Viula

Com texto do site The Atheist Scholar

the huff atheism

Apesar de ser relativamente antenado às notícias internacionais de cunho principalmente ateísta, religioso, humanista e LGBT, ainda não havia me dado conta de que uma das maiores empresas de mídia americana, dona do jornal The Huffington Post, tinha uma seção do seu site de notícias, melhor dizendo, um verdadeiro portal de notícias, dedicada ao ateísmo (http://www.huffingtonpost.com/news/atheism/).  Já conhecia o Gay Voices, seção LGBT do jornal, mas o Huff Atheist foi novidade para mim. Isso me chama atenção especialmente, porque nos EUA o ateísmo sempre foi ultrademonizado.

Mas o que muita gente não sabe é que o livre pensamento tem sido robusto e resistente nos EUA desde tempos coloniais.  De acordo com o site Atheist Scholar, Benjamin Franklin e Thomas Jefferson defendiam o pensamento religioso e ético baseado na natureza em vez de  fundamentado na “religião revelada”, isto é na Bíblia. Muitos dos Pais Fundadores dos Estados Unidos eram deístas.  Thomas Jefferson, George Washington, John Adams, Thomas Paine e Benjamin Franklin eram todos deístas. James Madison parece ter ido mais longe – ele pode ter sido ateu. Jefferson e Madison foram extremamente instrumentais, inserindo o princípio de separação entre a Igreja e o Estado na Constituição americana. Os Fundadores dos EUA foram influenciados pelo Esclarecimento Europeu, e muitos dos pensadores daquele movimento Continental eram deístas, com alguns deles abraçando o ateísmo.  A questão da crença dos Fundadores, ou  a falta dela, têm criado um problema vexatório para a tentativa dos religiosos e conservadores sociais do século vinte de simultaneamente sacralizar os Pais Fundadores e negar a intenção deles de estabelecer um governo secular.”[3]

Em 1787, Ethan Allen, um revolucionário herói de guerra, escreveu o primeiro livro deísta e anticristão publicado na America do Norte. A literatura deísta havia sido anteriormente importada da Inglaterra. A obra de Allen foi intitulada Reason: The Only Oracle of Man (Razão: o único oráculo do homem). Ele não recebeu grande atenção, uma vez que não foi particularmente bem escrito.  O grande livro de  Thomas Paine, Age of Reason (1795) [Idade da Razão], bem escrito, provocante e convincente, foi muito influente na disseminação do Livre Pensamento nos Estados Unidos. Apesar do deísmo na filosofia, o volume atacava o miolo das crenças cristãs e encorajava muitas pessoas a abandonarem o cristianismo.  Depois da morte de Paine, o deísmo decresceu.

A atividade deísta foi retomada em torno de 1825, com uma grande festa para celebrar o aniversário de Paine.  A ênfase que avançava em favor do deísmo nos EUA repousava em seu alcance às classes trabalhadoras. Fanny Wright e Richard Owen, que haviam estabelecido a colônia utópica de New Harmony, Indiana, mudou-se para Nova York para começar a publicação do Free Inquirer (Livre Inquiridor) em 1829.  Em 1848, a revolução democrática alemã fracassou, e milhares de alemães politicamente e religiosamente liberais fugiram para os Estados Unidos. The “Forty Eighters” (pessoas que apoiaram as revoluções que varreram a Europa em 1948) se estabeleceram de Minnesota ao Texas. Eles publicaram o Friend of Light, um tratado anti-clerical e abolicionista, assim como muitas outras publicações antirreligiosas. Eles também estabeleceram salões e clubes de saúde, com ênfase no pensamento livre, nas áreas em que foram se fixando.  O Livre Pensamento se estendeu para o Leste dos EUA nesse período.[4]

De aproximadamente 1860 a 1900, os EUA entraram no que foi conhecido como a Era Dourada do Livre Pensamento, ponto alto do movimento secular nos Estados Unidos.  O nome mais proeminente num grupo de pensadores seculares eminentes era Robert Ingersoll, o eloquente orador e advogado, chamado “O Grande Agnóstico.” A Origem das Espécies de Darwin havia sido publicado em 1859, e a ciência começava a ser aceita como uma explicação para os fenômenos que antes eram explicáveis apenas em termos religiosos.[5]  As pessoas encontravam educação e entretenimento ao frequentarem as palestras públicas naquele período da história americana.  Muitos livres pensadores estavam no circuito das palestras, mas nenhum eram tão popular como Ingersoll, que foi influenciado por Epicuro, o filósofo grego helenístico. Ingersoll considerava a existência de deus como impossível de ser conhecida, a doutrina cristã como ridícula e o conceito de punição eterna moralmente repreensível.[6]  Ele estava à frente de seu tempo, defendendo a igualdade para negros e mulheres, melhores condições nas prisões e muitos outros conceitos progressistas.  Ingersoll também apelou aos tribunais por causas caras ao Pensamento Livre.

O mesmo período da Era Dourada testemunhou o surgimento de uma gama de periódicos de Livre Pensamento, como o Truth Seeker, e livros da J. P. Mendum Company e de outros publicadores. Muitas organizações começaram a surgir, tais como a National Liberal League (Liga Liberal Nacional) e a New York Freethinkers Association (Associação de Livres Pensadores de Nova York).  Proeminentes americanos, como Thomas Edison, Luther Burbank e Andrew Carnegie, se identificavam como livres pensadores nessa época. Muitas mulheres distintas eram ativas no Livre Pensamento, como Susan B. Anthony, Elizabeth Cady Stanton e Matilda Joslyn Gage, que influenciaram seu genro, Frank Lyman Baum, afamado por sua obra “O Mágico de Oz”.

A crítica bíblica foi tomada a sério, e trabalhos científicos começaram a ser conhecidos. Charles Lyell foi um geólogo que refutou o Gênesis em seu Principles of Geology (1830) [Princípios de Geologia].  Seu trabalho teve infuência sobre  Darwin, que publicou A Origem das Espécies em 1859. Thomas Henry Huxley, defensor de Darwin, published Man’s Place in Nature (O Lugar do Homem na Natureza) in 1863.  Houve muitos outros trabalhos escritos por cientistas e livres pensadores que ajudaram a promover o secularismo nos Estados Unidos durante A Era Dourada. (Ver The New Encyclopedia of Unbelief, citada abaixo.)

Ingersoll morreu em 1899, e infelizmente não estabeleceu uma organização que desse continuidade a seu trabalho bem-sucedido. A Era Dourada estava em declínio por volta de sua morte. O décimo-terceiro volume do Collected Works (Obras Reunidas) permaneceu em impressão até 1929, mas a Era Dourada havia chegado ao fim. Como Tom Flynn destaca, o Livre Pensamento havia entrado para o mainstream americano e não tinha mais a alcunha de radical com a qual outrora fora imbuído.[7] Flynn sustenta que muitos americanos educados no novo século eram não religiosos à revelia, “sabendo que a Terra era velha, a Bíblia foi escrita ao longo do tempo, e que as espécies evoluíram.”

Na segunda década do século 20, o Livre Pensamento se reacendeu.  Cristãos conservadores haviam empregado a palavra ateísta para menosprezar os não crentes, mas por volta de 1920, os livres pensadores americanos começaram a assumir a designação de ateístas para orgulhosamente caracterizarem a si mesmos.  Para alguns cidadãos notáveis, tais como Clarence Darrow, essa era uma honrosa descrição.   Darrow foi o famoso advogado que defendeu o ensino da Evolução nas escolas públicas dos EUA no julgamento do “macaco” de Scopes  em 1925.  Ele foi um assumido ateísta, que escreveu uma extensa refutação contra a existência de deus para sua autobiografia de 1932. O socialista agnóstico, Emanuel Haldemane-Julius, tornou-se o mais bem-sucedido  do movimento pelo Livre Pensamento naquele período. Sua companhia veio a ser a famosa Little Blue Books, pequenas impressões em papel de rascunho dos Clássicos Gregos, Voltaire, Zola e Ingersoll, entre outras obras controversas, que custavam  25 centavos, depois 10 centavos, e finalmente um centavo.  300 milhões de Blue Books foram impressos entre 1919 e 1949, numa época em que os publicadores comerciais começavam a entrar nos mercados públicos.[8]  A companhia Blue Books alcançou pessoas que não podiam comprar volumes de capa dura e ajudou a educar a população dos Estados Unidos, de um modo geral.

Charles Lee Smith, um advogado, fundou a Associação Americana para o Avanço do Ateísmo em 1925  O plano de sua organização de fundar grupos ateístas em escolas do ensino médio naufragou, todavia.  Ele debateu com criacionistas, foi muito ativo na causa da irreligião, e em 1937 comprou o Truth Seeker, uma importante publicação de Livre Pensamento.  Joseph Lewis foi um famoso ateu que ganhou destaque entre os Livre Pensadores das Américas.  Lewis doou várias estátuas de Thomas Paine para outros países e essas estátuas ainda podem ser vistas nos Estados Unidos, França e Inglaterra. Ele também esteve por trás do movimento que trouxe a terceira restauração de Robert Ingersoll para casa em Dresden, Nova York.  Lewis obteve êxito  em colocar uma imagem de Thomas Paine num selo. Ele escreveu livros sobre a irreligião também, e foi um ativista do Livre Pensamento até o fim de sua vida. James Hervey Johnson assumiu o famoso Truth Seeker em 1964.  A publicação não foi muito bem-sucedida, mas Johnson foi bastante frugal e investiu muito.  Ele deixou uma propriedade de 16 milhões de dólares, parte da qual tornou-se uma obra assistencial que tem permanecido como tal desde então – a  maior fonte única de assistência caritativa da década de 1990 para a descrença na América.[9]

Madalyn Murray O’Hair foi a mais famosa ateísta da segunda parte do século 20. Ela é mais conhecida por sua participação no caso da Suprema Corte em nome de seu filho, William Murray. O caso Murray versus Curlett foi consolidado com o caso Abington Township School District versus Schempp e decidiu em favor dos demandantes em 17 de junho de 1963. Por 8 contra 1, sob o comando do juiz Hugo Black, a Suprema Corte dos EUA decidiu que a leitura patrocinada da Bíblia nas escolas públicas era inconstitucional.   O’Hair conquistou uma significativa vitória no caso O’Hair versus Hill (1984) que invalidou as leis estaduais que barravam ateus de assumirem vagas públicas, serviço jurídico e serviço público. Ela ajudou a garantir que as declarações dos astronautas da Apolo 11 que pousaram na lua em 1969 fossem seculares, diferentemente do pouso da Apollo 8. O caso dela contra a Apollo 8 lendo o Gênsis ainda estava pendente no tempo da Apollo 11.  O’Hair fundou a American Atheists (Ateístas Americanos) em 1963 e se mudou para Austin, Texas, onde ela estabeleceu a sede da organização e começou a editar a American Atheist Magazine (Revista Ateísta Americana).  De acordo com o New York Times, o programa de televisão de O’Hair’s, American Atheist Forum (Fórum Ateísta Americano), foi apresentado por 140 sistemas de TV a cabo e sua correspondência chegou a cerca de 50.000 cartas na década de 1980.[10]  Ellen Johnson, ex-presidente do American Atheists, disse ao New York Times em 1997 que a membresia do grupo naquele tempo era de cerca de 2.500 pessoas.[11]  No momento desse texto, o grupo baseado em Nova Jersey tem um website impressionante, um canal a cabo que é apresentado em 50 mercados e continua a pulbicar a American Atheist Magazine.  O atual presidente é Dave Silverman.

Até aqui já se pode ver que longo caminho percorreu o ateísmo nos EUA.

Domingo que vem continua. Fique ligado, porque será nesse mesmo link.

Mas o que vimos até agora mostra o que quero dizer quando destaco essa seção ateísta no The Huffington Post.

Até o próximo domingo. 🙂

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CONTINUAÇÃO E CONCLUSÃO:

Como prometido domingo passado, a coluna desse domingo, 30/08/15, sobre a seção ateísta do The Huffington Post e um pouco da história do ateísmo nos EUA, continua a partir do final da referida postagem.  Aí, vai ela:

Um grupo ateísta muito eficaz é o Freedom from Religion Foundation (FFRF) [Fundação Liberdade da Religião, que fica melhor em português como Livres de Religião], sem fins lucrativos. Ele foi fundado por Anne Nicole Gaylor em 1967, em  Madison, Wisconsin.  A filha dela, Annie Laurie Gaylor, e cunhado,  Dan Barker, ajudaram significativamente no sucesso da organização. Eles publicam um jornal mensal, Freethought Today (Pensamento Livre Hoje), além de uma variedade de tratados e livros.  O grupo tem vencido seguidas batalhas do tipo Igreja/Estado, particularmente no Centro-Oeste.  Um outro grupo de interesse é o Atheists United (Ateístas Unidos), baseado em Los Angeles, Califórnia e formado em 1982.  O Atheists United realiza uma convenção anual.

Em 1980, a primeira organização explicitamente humanista secular foi formada, o Council for Democratic and Secular Humanism (CODESH) [Conselho para o Humanismo Secular e Democrático], fundado por um grupo que incluía  Gordon Stein e o filósofo Paul Kurtz.[12]  Com esse acontecimento, o Humanismo secular se libertou tanto do humanismo religioso quanto do intelectualismo socialista e seguiu seu próprio caminho intelectual.[13] Em 1980, o Conselho iniciou um jornal chamado  Free Inquiry (Livre Inquirição). De acordo com Flynn, o Conselho logo se tornou a maior e mais vigorosa instituição de descrença nos Estados Unidos, e a circulação do Free Inquiry excedeu regularmente a circulação de publicações de outras organizações humanistas, ateístas e de livre pensamento juntas.[14]  O Conselho e seu Committee for the Scientific Investigation of the Claims of the Paranormal (CSICOP) [Comitê para a Investigação Científica sobre as Alegações dos Paranormais] fundou o Center for Inquiry (Centro para Inquirição) em 1995.  O Conselho renomeou a si mesmo como  Council for Secular Humanism (Conselho para o Humanismo Secular).  Ronald Lindsay é o atual CEO da organização.

O prefácio olhou de relance a História do Ateísmo e do Livre Pensamento nos Estados Unidos, e agora se volta para o futuro do Ateísmo em nosso país (N.T.: o país deles, os EUA).  O Ateísmo permanecerá lutando num país mergulhado em crença religiosa como os Estados Unidos, mas o quadro para a irreligião é particularmente brilhante hoje.  A publicação de significativos livros Ateístas por Sam Harris, The End of Faith: Religion (O Fim da Fé: Religião), Terror and the Failure of Reason  (Terrorismo e o Fracasso da Razão) [2004], de Daniel C. Dennett, Breaking the Spell: Religion as a Natural Phenomenon (Quebrando o Feitiço: a Religião como Fenômeno Natural) [2007],  e de Richard Dawkins, The God Delusion (Deus, um Delírio) [2006], têm alcançado impressionantes resultados em vendas e influenciado muitas pessoas a respeito da validade das alegações ateístas. A atividade de vários grupos irreligiosos discutidos acima tem levado a causa adiante. A proliferação de Grupos de Encontro nos Estados Unidos com o rótulo de ateístas agora chega a 524, um significativo sinal de que os ateístas estão “saindo do armário”, e buscando a companhia de indivíduos com mentalidade semelhante.  Muitos grupos irreligiosos, incluindo o American Atheists e o Freedom from Religion, têm patrocinado campanhas com “outdoors” e anúncios em ônibus que promovem o ateísmo.  O Center for Inquiry oferece cursos online em diversas áreas de descrença, e o  Pitzer College em Claremont, Califórnia, começará a oferecer uma graduação em Estudos Seculares a partir do outono de 2011 (N.T.: era futuro quando o autor escreveu esse artigo).

Avanços científicos continuam na área de biologia, física, e neurociência. Muitos estudos bíblicos e descobertas arqueológicas têm lançado dúvidas significativas sobre a verdade da maioria dos “textos sagrados” do cristianismo e sobre a historicidade de Jesus. Alguns estudiosos nesse campo estão pedindo um fim para o estudos bíblicos, a menos que eles sejam de natureza secular. Muitas seções do  Atheist Scholar reforçam os fatos, contribuindo para o recuo do mainstream religioso diante da razão e da ciência.

A frequência à igreja está declinando em índices acelerados. O Dr. Loveth Weems, Diretor do Lewes Center for Church Leadership (Centro Lewes para a Liderança da Igreja) no Wesley Theological Center (Centro Teológico Wesley) em Washington, D.C. tem discutido a queda na frequência num artigo intitulado “No Show” (algo como o não comparecimento ao check-in de um voo, “desistência”), no Christian Century em 2010.  Ele citou a 2008 Faith Communities Today Survey of American Congregations (Pesquisa Comunidades de Fé Hoje das Congregações Americanas) de todos os tipos. O Dr. Weems declara que as grandes igrejas começaram a declinar desde 2001.  As pequenas igrejas têm estado em contínuo declínio por décadas, e esse ritmo têm se acelerado recentemente. Somente igrejas com mais de 1.000 membros têm experimentado um pequeno crescimento.  A General Social Survey of 2008 (Pesquisa Geral de 2008) mostra um envelhecimento na membresia das igrejas dos Estados Unidos. E aproximadamente, entre 15 e 16% dos americanos, quando perguntados, dizem que não possuem afiliação religiosa, enquanto uma pesquisa chamada World Religious Statistics Survey (Pesquisa de Estatísticas Religiosas Mundiais) descobriu que cerca de t 14% da população do mundo é feita de incrédulos.

O efeito combinado de tais atividades sociais, científicas e intelectuais irreligiosas está criando uma significativa oportunidade para o avanço do ateísmo e do secularismo. Algo de nossa história secular tem sido distorcida e é difícil extrair a influência do Racionalismo de sobre as pessoas dos Estados Unidos.  Sabemos que nossos primeiros quatro presidentes eram unitarianos ou deístas. Sabemos que as classes dirigentes do nosso país foram frequentemente deístas ou racionalistas. O que sabemos sobre as crenças das pessoas? Harold Laski declara: “Houve, de fato, muito mais probabilidades do que evidências que nos permitam afirmar com certeza que, pelo final do século dezoito, o racionalismo tinha feito uma boa dose de progresso entre as massas urbanas; não é fácil, aliás, calcular a popularidade do (livro) Idade da Razão do Paine.[15] A influência da religião é excessivamente forte nos Estados Unidos, mas o avanço da razão está tendo seu feito, assim como teve um dia na América antiga.   O pensamento racional e cético está ajudando a remover a putrefação criada pela ignorância, o medo e a superstição.  Podemos esperar que o Ateísmo esteja no limiar de outra Era de Ouro, e que o espírito de  Ingersoll continue vivo em nossa cultura.

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Publicado originalmente em inglês por  Atheist Scholar sob o título “Atheist History in the USA”, online em http://www.atheistscholar.org/WorldHistory/AtheistHistory/USHistory.aspx no dia 30/08/15. 

Traduzido por Sergio Viula partir do primeiro subtítulo no texto original “History of Unbelief in the United States“. A numeração das citações foram mantidas como no original e estão com link embutido, podendo ser verificadas (em inglês), começando pela de número [3] porque este corresponde ao original na seção traduzida aqui. Os dois anteriores referiam-se a um trecho omitido.

Para acessar as obras citas, os interessados poderão clicar no link acima e descer a barra de rolagem até Works Cited.

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